domingo, 25 de julho de 2010

A descoberta

Peguei meu ônibus e derrepente meu celular tocou, e quando vi no visor, era o Felipe me ligando, eu nem pensei e logo fui atende-lo e assim que ouvi sua voz comecei a chorar lhe pedindo mil desculpas pelo meu egoismo e por não ter acreditado nele.
Ele ao me esperar falar, me disse que me amava muito e que estava tudo bem, e o que mais importava para ele naquele momento era o nosso amor e o quanto eu era importante em sua vida.
Cheguei em casa, mal coloquei as minhas malas em cima da cama e já comecei a contar todas as novidades a minha mãe, mas logo fui interrompida pela chegada do André que logo que me viu já foi me abraçando e me beijando como se ele estivesse há anos sem me ver, e eu tentando corresponder da mesma maneira, mas já sabendo que não estava sendo nada convincente naquele momento.
Já havia feito duas semanas que eu tinha chegado da viagem do fim de ano, os telefonemas e os encontros com o Felipe estava cada dia mais constantes, porém eu e o André estavámos cada dia pior, até que eu cheguei ao ponto de não aguentar mais e confessar a ele realmente o que estava acontecendo e que amava outra pessoa.

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